Nas Ondas da Litorânea

Redação Litorânea

A VAIDADE QUE PROMETE MUDAR TUDO

Nos bastidores da política sempre aparece um personagem novo cheio de energia… ou pelo menos dizendo que tem.

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Tem cidadão que, para tentar subir alguns degraus, pisa em qualquer um pelo caminho. Não importa se são adversários ou até mesmo os próprios companheiros de grupo. O importante é aparecer.

Agora mesmo tem um por aí anunciando aos sete cantos da cidade que “agora sim a coisa vai acontecer”, porque ele assumiu a direção. Segundo o próprio discurso, ele é o melhor, o que sabe coordenar, o que entende de tudo e o que vai resolver o que ninguém resolveu.

Confiança é bom. Vaidade também parece que não está faltando.

E tem mais… dizem por aí que a figura anda falando que manda mais que o próprio “patrão”. Bom… isso a gente sabe que o patrão não manda mesmo.

O povo, que já viu muitos discursos parecidos ao longo dos anos, apenas observa de longe e aguarda.

Vamos ver até quando dura essa energia, que mais parece uma pilha novinha… mas daquelas que já saem da embalagem quase descarregando.

E fica a curiosidade no ar:
vamos ver quantas “LUAS” isso vai durar.

Porque falar é fácil.
Difícil mesmo é mostrar resultado.

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CIDADE TOMADA PELO MATO E PELO SILÊNCIO

Enquanto o mato cresce nas calçadas, invade ruas e toma conta de terrenos pela cidade, a pergunta que fica no ar é simples: cadê a ação?

Moradores reclamam, registram fotos, cobram na Rádio, redes sociais e nas ruas. O cenário em vários pontos parece de abandono, com matagal alto e falta de manutenção básica.

O que chama ainda mais atenção é que até vereadora da própria base da situação já começou a reclamar publicamente da situação. Quando quem está do mesmo lado começa a cobrar, é sinal de que o problema realmente saiu do controle.

Enquanto isso, o mato segue crescendo… sem pressa, sem fiscalização e, aparentemente, sem incomodar quem deveria resolver.

A pergunta que fica é aquela que o povo anda repetindo cada vez mais:

Até quando?

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QUASE UM ANO E MEIO PARA DESCOBRIR A MÁQUINA?

Enquanto isso, pedestres seguem atravessando no escuro, desviando de buracos e torcendo para que motoristas adivinhem onde é a faixa.

Porque, afinal, faixa de pedestre não é luxo, não é obra faraônica e nem promessa de campanha. É sinalização básica.
Mas parece que, para alguns, até o básico precisa de uma “grande descoberta”.

Descobrir tarde demais também é feio, viu? kkk

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VOO DIRETO PARA COROADOS

Segundo as más línguas, um certo personagem conhecido como “o homem da Lua” resolveu baixar voo em Coroados. Depois de tantas viagens espaciais e promessas interplanetárias, parece que agora ele decidiu cantar em outra freguesia.

A curiosidade do povo é grande: será que vem por aí um novo loteamento? Talvez até terrenos oficialmente “legalizados na Lua”, quem sabe.

Mas ficam algumas dúvidas básicas que ninguém explicou ainda:
lá na Lua já tem água encanada?
energia elétrica regularizada?
e as escrituras, saem em cartório ou direto na NASA?

Do jeito que a história anda, já virou até piada pronta.

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CRECHE: A FILA QUE NÃO ANDA

Enquanto muitas mães lutam diariamente para ajudar no sustento de casa, existe um obstáculo que parece não ter solução: conseguir uma vaga em creche para os filhos.

A realidade é dura. Tem mãe que precisa trabalhar, sair cedo, correr atrás do emprego e garantir o básico dentro de casa. Mas antes disso enfrenta outra batalha: a fila por uma vaga que simplesmente não aparece.

E o problema já não é segredo para ninguém. Até vereador já cobrou providências, já falou do assunto e levou a situação para debate. Mesmo assim, na prática, pouca coisa muda.

O tempo passa, a necessidade aumenta e o que se vê é falta de ação e falta de atitude para resolver um problema que afeta diretamente quem mais precisa. Quem está de fora talvez não imagine, mas quem está na fila sabe bem o desespero que é não ter com quem deixar o filho.

E quando finalmente conseguem uma vaga, muitas vezes já passaram meses ou até anos de aperto, improviso e preocupação.

Enquanto isso, as mães seguem fazendo o que sempre fizeram: lutando sozinhas para dar conta de tudo. Porque esperar por solução, pelo visto, continua sendo parte da rotina.

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