
SINALEIROS DE VERÃO MODO “DECORAÇÃO URBANA”
Em plena temporada de verão, Guaratuba resolveu inovar no trânsito: dois dos principais sinaleiros da cidade estão funcionando apenas no modo alerta, aquele piscando amarelo que basicamente diz “se virem”. Situações de risco já foram registradas, mas parece que a lógica é simples: vamos esperar um acidente grave acontecer para então correr atrás do prejuízo.
Na Avenida 29 de Abril, esquina com a Rua Xavier da Silva, principal entrada da cidade para quem chega pelo Porto de Passagem, o sinaleiro segue firme e piscando, como se estivesse cumprindo apenas um papel decorativo. O mesmo cenário se repete na Rua Vieira dos Santos, esquina com a Menelau Torres, outro ponto de grande fluxo de veículos e pedestres.
Em uma cidade lotada de turistas, com trânsito intenso, ônibus, caminhões, ciclistas e pedestres disputando espaço, o poder público parece apostar na sorte e no reflexo dos motoristas. A pergunta que fica é direta: o conserto virá de forma preventiva ou só depois do carnaval, quando o pior já tiver acontecido?
Enquanto isso, Guaratuba segue com sinaleiros em “modo economia”, piscando, avisando, mas sem organizar nada. No trânsito, como se sabe, improviso costuma terminar em sirene.
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PROMESSA NO PAPEL, ASFALTO NA ESPERANÇA
Prometer usina de asfalto em campanha foi fácil. Difícil é tirar a promessa do Plano de Governo e colocar no chão da cidade. Já passou mais de um ano e, até agora, o que funciona a todo vapor é a velha máquina de culpar o passado. A usina segue firme onde sempre esteve: só no papel, bem guardada na página 11 do plano.
E vale deixar claro: não vale pegar carona no asfalto que será obra do Governo do Estado e sair dizendo que a promessa foi cumprida. O compromisso era municipal, com usina própria, contínua e independente. O povo espera asfalto de verdade, não discurso reciclado nem foto em obra alheia. A esperança existe, mas o prazo corre e promessa não cumprida vira buraco na confiança da população.
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PREFEITURA DE GUARATUBA E A OUVIDORIA QUE NÃO REGISTRA
Em Guaratuba, a Ouvidoria até escuta, desde que o cidadão fale do jeito certo, no sistema certo e, de preferência, não insista muito.
O e-mail institucional existe, é divulgado em material oficial, aparece no site da Prefeitura e ainda é confirmado no atendimento via WhatsApp. Mas, na hora de registrar a denúncia, ele vira apenas um enfeite digital.
A denúncia é enviada, a Ouvidoria recebe, mas o protocolo simplesmente não nasce. Meses depois, a justificativa aparece: e-mail não vale, só o sistema eletrônico municipal.
No fim das contas, a mensagem passada ao cidadão é clara. A Prefeitura convida a população a procurar a Ouvidoria, mas a burocracia se encarrega de fazer a manifestação desaparecer sem deixar vestígios.
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A TURMA DO FILÉ MIGNON BRINCA NA ENCHENTE
A turma do filé mignon se diverte brincando com a água “farta” dos alagamentos. Parece piada, mas não é. Enquanto alguns tratam a enchente como se fosse atração de parque aquático, o povo sofre, perde móveis, perde roupas, perde tudo. Casas invadidas pela água, ruas intransitáveis e nenhuma ação concreta para minimizar o problema. Para quem está no conforto, é diversão. Para quem vive a realidade, é abandono e descaso.
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TRANSPORTE ESCOLAR DE GUARATUBA: UM ANO DE INVESTIGAÇÃO E NENHUMA VISTORIA
Em Guaratuba, o transporte escolar conseguiu um feito raro: rodar por mais de um ano sem passar por vistoria técnica.
O Ministério Público investiga, o DETRAN aguarda, a Prefeitura promete… e os ônibus não aparecem.
A frota, já reconhecida como sucateada pela própria Secretaria de Educação, segue longe da inspeção obrigatória.
Enquanto isso, alunos continuam sendo transportados na base da confiança, torcendo para que o veículo chegue, funcione e seja seguro.
Guaratuba mostra que, por aqui, o transporte escolar não foge da vistoria. Ele simplesmente some.
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PREFEITURA DE GUARATUBA E A OUVIDORIA QUE NÃO REGISTRA
Em Guaratuba, a Ouvidoria até escuta, desde que o cidadão fale do jeito certo, no sistema certo e, de preferência, não insista muito.
O e-mail institucional existe, é divulgado em material oficial, aparece no site da Prefeitura e ainda é confirmado no atendimento via WhatsApp. Mas, na hora de registrar a denúncia, ele vira apenas um enfeite digital.
A denúncia é enviada, a Ouvidoria recebe, mas o protocolo simplesmente não nasce. Meses depois, a justificativa aparece: e-mail não vale, só o sistema eletrônico municipal.
No fim das contas, a mensagem passada ao cidadão é clara. A Prefeitura convida a população a procurar a Ouvidoria, mas a burocracia se encarrega de fazer a manifestação desaparecer sem deixar vestígios.
