
PREFEITURA/CÂMARA : DOIS PESOS, DOIS VALES?
Em Guaratuba, o vale-alimentação parece seguir uma lógica curiosa.
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Na Prefeitura, quem ganha pouco acima de R$ 2 mil fica sem o benefício. Já na Câmara, a proposta é pagar o vale para todos os servidores efetivos, sem limite de salário.
No fim, o benefício é o mesmo. O que muda é o endereço do contracheque.
A pergunta que fica é simples: se o vale é importante para um servidor, por que deixa de ser importante para outro que trabalha para o mesmo município?
Pelo visto, em Guaratuba, a fome não é igual para todos… mas as regras também não.
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QUANDO O DISCURSO CHEGA ANTES DO SOCORRO
Tem vereador que diz que o problema é o povo reclamar nas redes sociais e que ambulância “é difícil”.
Difícil mesmo foi uma vítima de acidente ficar caída no meio da rua, no frio, por mais de duas horas esperando socorro. Tão difícil que o próprio marido resolveu fazer o transporte por conta própria.
Difícil é, depois de mais de dois anos de gestão, ainda ouvir que a culpa continua sendo da administração passada.
Difícil é explicar por que acidentes continuam acontecendo em ruas mal sinalizadas enquanto a população espera por soluções.
Reclamar nas redes sociais é fácil de criticar. Difícil é passar pelo que essa família passou.
Porque discurso não socorre ninguém. Quem salva vidas é atendimento rápido e gestão eficiente.
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GUARATUBA: QUANDO O STF PRECISA PEDIR EXPLICAÇÕES…
Se o Supremo Tribunal Federal precisou entrar em cena para pedir informações sobre a regularização fundiária de Guaratuba, é sinal de que a transparência ainda tem muito terreno para conquistar.
Enquanto milhares de famílias esperam pelo título definitivo de seus imóveis, o que deveria estar claro agora terá de ser explicado à mais alta Corte do país.
Regularização fundiária não deveria ser um jogo de adivinhação. Quem mora, espera e paga impostos quer respostas, não discursos.
No fim, fica a impressão de que, quando as informações não chegam à população, acabam tendo que chegar ao STF.
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QUEM VAI PASSAR PRIMEIRO: O CAMINHÃO OU A PAPELADA?
A coleta de lixo é um serviço que não pode parar. Mesmo assim, a nova licitação começa exatamente no dia em que termina o contrato atual.
Como abrir uma licitação não significa contratar uma empresa na mesma hora, fica a pergunta: quem vai recolher o lixo enquanto a papelada anda?
Tomara que o planejamento seja tão eficiente quanto o cronograma. Porque lixo não espera despacho, recurso, assinatura ou burocracia.
No fim, a população só quer uma coisa: que o caminhão do lixo continue passando. Afinal, quem convive com o mau cheiro é o cidadão, não os processos administrativos.
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PREFEITURA DE GUARATUBA: DESVIO DE FUNÇÃO OU DESVIO DE GPS?
Parece que o Ministério Público quer descobrir uma coisa bem simples: onde cada servidor deveria estar… e onde realmente está.
Se cada Agente Comunitário de Saúde estiver fazendo exatamente o trabalho para o qual foi contratado, ótimo. Bastam os documentos para comprovar.
Agora, se o papel diz uma coisa e a prática mostra outra, aí a conversa muda.
No serviço público, gratificações, insalubridade e função não podem funcionar no “confia em mim”. Transparência não é favor, é obrigação.
Enquanto isso, a expectativa é uma só: que os documentos falem mais alto do que as versões.
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PREFEITURA/CÂMARA : DOIS PESOS, DOIS VALES?
Em Guaratuba, o vale-alimentação parece seguir uma lógica curiosa.
Na Prefeitura, quem ganha pouco acima de R$ 2 mil fica sem o benefício. Já na Câmara, a proposta é pagar o vale para todos os servidores efetivos, sem limite de salário.
No fim, o benefício é o mesmo. O que muda é o endereço do contracheque.
A pergunta que fica é simples: se o vale é importante para um servidor, por que deixa de ser importante para outro que trabalha para o mesmo município?
Pelo visto, em Guaratuba, a fome não é igual para todos… mas as regras também não.
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“Na próxima sexta tem mais ‘Nas Ondas da Litorânea’. Porque o litoral pode até ter maré baixa, mas os bastidores nunca param.”

