Paraná registra queda nos casos e mortes por síndromes gripais no início de 2026

No primeiro bimestre, o Estado contabilizou 2.100 casos de SRAG e 91 óbitos; houve redução em relação a 2025

Carlos Moraes
Imagem ilustrativa via Freepik

O Paraná registrou redução nos casos e mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) neste início de 2026. Até a semana epidemiológica 8, foram contabilizados 2.100 casos e 91 óbitos, contra 2.322 casos e 150 mortes no mesmo período de 2025. Isso representa queda de 9,56% nos registros e 39,33% nas mortes.

Com a chegada do outono, em 20 de março, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) reforça a importância de medidas preventivas, já que a queda de temperatura e o maior tempo em ambientes fechados favorecem a circulação de vírus respiratórios.

A SRAG é caracterizada por sintomas como febre, tosse, dor de garganta, dificuldade para respirar e queda da saturação de oxigênio, exigindo internação em casos graves. O monitoramento contínuo permite à Sesa orientar ações de prevenção e assistência nos serviços de saúde.

Entre as principais medidas de prevenção estão manter a vacinação em dia, higienizar as mãos com frequência, ventilar os ambientes, evitar contato próximo com pessoas sintomáticas e procurar atendimento médico em caso de agravamento dos sintomas.

Também é recomendado cobrir nariz e boca ao tossir ou espirrar, não compartilhar objetos de uso pessoal e afastar temporariamente crianças e adultos com sintomas de atividades escolares ou laborais até 24 horas após cessarem os sinais da doença.

Segundo o secretário estadual da Saúde, Beto Preto, o acompanhamento constante dos indicadores permite agir preventivamente. “A redução nos registros e, principalmente, nos óbitos é positiva, mas seguimos atentos. O outono favorece a circulação de vírus respiratórios, reforçando a importância da vacinação e cuidados preventivos”, afirmou.

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