Gaeco realiza operações e cumpre mandados em Paranaguá

Investigações apuram fornecimento irregular de medicamentos controlados, emissão de atestados falsos e possível repasse de informações por familiar de detento

Carlos Moraes
Foto: Reprodução

O Núcleo de Paranaguá do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná (MPPR), cumpriu, na manhã de quarta-feira (15), mandados de busca e apreensão no âmbito de duas investigações distintas conduzidas na comarca.

Uma das ações, denominada Operação Falsa Receita, apura suspeitas de fornecimento irregular de medicamentos controlados sem prescrição médica, além da emissão de atestados médicos falsos. Durante o cumprimento das ordens judiciais, foi realizada uma busca relacionada a uma servidora pública municipal vinculada à área da saúde. Com autorização da Justiça, o telefone celular da investigada foi apreendido e será submetido à análise pericial.

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A segunda ação, chamada Operação Pipa, investiga o possível repasse de informações de um detento condenado por tráfico de drogas a pessoas envolvidas em atividades criminosas. Conforme a investigação, as mensagens teriam sido transmitidas por intermédio da filha do preso durante visitas à unidade penal.

Na operação, os agentes apreenderam o telefone celular da investigada e bilhetes conhecidos no sistema prisional como “pipas”, que agora passarão por análise para auxiliar no andamento das investigações.

O Ministério Público do Paraná informou que as diligências fazem parte da fase de coleta de provas e que as apurações seguem em andamento para esclarecer os fatos e identificar eventuais responsabilidades.

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