O Paraná mantém erradicadas doenças que durante décadas provocaram mortes, sequelas permanentes e epidemias em diferentes regiões do País. A realidade atual do Estado é sustentada por uma estrutura contínua de vacinação, coberturas vacinais, vigilância epidemiológica e resposta rápida coordenada pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), em parceria com os 399 municípios.
Para que essas doenças permaneçam erradicadas, uma das principais estratégias é a manutenção de altas coberturas vacinais. A Sesa reforça que a queda da vacinação pode favorecer o retorno de enfermidades já controladas no país, especialmente diante da circulação de vírus e bactérias em outras regiões do mundo.
Entre elas estão a poliomielite, responsável por casos graves de paralisia infantil; a rubéola e a síndrome da rubéola congênita; além do tétano neonatal, historicamente associado à mortalidade infantil. O Paraná também mantém monitoramento permanente para impedir a reintrodução de doenças como sarampo e difteria, consideradas controladas, mas ainda presentes em outros países.
