Avô do menino agredido em escola de Guaratuba cobra providências

Segundo ele, se não fosse a rápida ação dos profissionais do Pronto-Socorro da cidade, seu neto poderia ter morrido.

Redação Litorânea

Na manhã desta sexta-feira (7), André Luiz Barboza, avô de um menino de 14 anos que sofreu uma esganadura na Escola Estadual 29 de Abril, em Guaratuba, compareceu ao Jornal da Litorânea para relatar sua indignação e cobrar providências.

André explicou que recebeu a notícia do ocorrido por meio de uma pessoa da escola, que disse que o neto já havia sido levado ao Pronto-Socorro. Ao chegar à unidade de saúde, ele descobriu que o menino, de 14 anos, estava em estado crítico após ter sofrido uma agressão de um colega de sala.

O avô negou que o episódio tenha sido uma “brincadeira”, como algumas fontes da escola haviam informado. Ao assistir às imagens das câmeras de segurança, André relatou que viu seu neto brincando com outro aluno quando foi surpreendido por um colega que aplicou um “mata-leão”. Após ser solto a vítima permaneceu caído no chão por um longo período até que um representante da escola chegasse e o Siate fosse acionado.

O menino foi estabilizado no Pronto-Socorro de Guaratuba e, posteriormente, encaminhado ao Hospital Regional do Litoral, em Paranaguá, para a realização de exames complementares. Após os procedimentos, o menor voltou para Guaratuba, onde permanece em casa. Segundo o avô, o acompanhamento médico deverá continuar por pelo menos três meses para verificar possíveis sequelas, com novos exames ao final desse período.

Após o ocorrido, a família decidiu mudar o garoto de colégio para evitar novos riscos.

André criticou a postura da unidade escolar e destacou que a disponibilização das imagens de segurança ajudaria a esclarecer os fatos. “As imagens falam mais do que qualquer relato”, afirmou.

O avô ainda ressaltou que, segundo ele, a intervenção rápida dos profissionais do Pronto-Socorro de Guaratuba foi decisiva para salvar a vida do neto.

Compartilhe este Artigo