NAS ONDAS DA LITORÂNEA 24 – 07

Redação Litorânea

SAÚDE SEM COMANDO… OU COM COMANDANTES DEMAIS?

Nos bastidores, a piada que circula é que há mais gente querendo segurar o volante do que lugares no carro. Uns dizem uma coisa, outros desdizem, e quem precisa da saúde pública virou uma “Ratoeira” só quer saber de atendimento funcionando.

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Enquanto o comando parece virar motivo de disputa, a população continua esperando organização, eficiência e soluções de verdade. Afinal quem manda? “esposa de Vereador, Prefeito ou Secretario” ?

Na saúde, o que importa não é quem manda. É quem resolve. Porque com saúde não se brinca.

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MARIONETE CAIÇARA, ATÉ QUANDO!

Tem gente que entra na política acreditando que pensar dá muito trabalho. Aí prefere apenas concordar, bater palmas e dizer “amém” para tudo o que interessa aos “amiguinhos”.

O problema é que quem aceita ser manipulado dificilmente percebe quando deixa de decidir por conta própria. E, quando finalmente acorda para a realidade, muitas vezes o estrago já está feito.

Não é a primeira vez que alertamos sobre isso. Em notas anteriores, apontamos sinais que muita gente preferiu ignorar. O tempo passou, os fatos apareceram e boa parte das previsões acabou se confirmando.

Na política, o despreparo custa caro. A cegueira conveniente custa mais ainda.

E, como quase sempre acontece, a conta não fica para quem puxou as cordas nem para quem aceitou ser marionete.

Quem paga a conta, no final, é o povo.

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PELO VISTO, O QUEIJO ANDA FAZENDO SUCESSO… HAJA QUEIJO PARA TANTOS RATOS

A frase já virou bordão. O problema é que, para muitas famílias, sorriso não vem de discurso. Vem de uniforme completo, material escolar, merenda de qualidade, transporte funcionando e uma gestão organizada.

Na educação, o que faz diferença não é slogan. É planejamento, continuidade e compromisso.

Outra curiosidade da política é que alguns personagens mudam de lado com uma facilidade impressionante. Ontem eram os maiores defensores de um projeto. Hoje agem como se o passado nunca tivesse existido.

Na política, a memória costuma ser curta. A da população nem sempre.

Porque, no fim das contas, quem vive de discurso pode até ganhar aplausos por um tempo. Mas quem espera resultado quer menos frases de efeito e mais trabalho.

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LICITAÇÃO MILIONÁRIA, LUPA OBRIGATÓRIA

Quando uma licitação passa dos R$ 30 milhões, o mínimo que se espera é um edital sem dúvidas. Mas, antes mesmo de começar, já apareceu pedido para explicar regras, rever pontos e esclarecer o caminho escolhido.

Tomara que a única coisa a precisar de tapa buraco seja o asfalto. Porque, no edital, parece que também encontraram alguns buracos para preencher.

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NUNCA SE MENTIU TANTO COMO NOS ULTIMOS 16 MESES

De quatro em quatro anos, o roteiro parece se repetir. Surgem personagens que, como num passe de mágica, aparecem em toda festa, evento e cerimônia, distribuindo sorrisços, promessas e discursos impecáveis.

Tem gente que não perde uma oportunidade de aparecer, nem mesmo em festa religiosa. A habilidade para contar histórias é tanta que, às vezes, a ficção parece disputar espaço com a realidade.

Enquanto isso, o público assiste ao espetáculo, tentando separar marketing de compromisso, discurso de ação e promessa de resultado.

No fim das contas, o palco muda, os figurinos também, mas o enredo… esse parece ser sempre o mesmo.

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