
PERIGO SOBRE RODAS
Patinetes elétricos estão sendo usados por menores que não conhecem as leis de trânsito. Quem lucra com isso é a empresa, negócio da China, enquanto o risco fica para a população.
Ninguém é contra o uso, desde que exista limite, número compatível com a cidade e locais corretos de estacionamento. O que se vê são patinetes jogados em calçadas, acessos de cadeirantes, acostamentos e até valetas.
Em Matinhos, a prefeitura colocou ordem e apreendeu 100 patinetes que circulavam sem alvará, quando a autorização era para apenas 30.
Ficam as perguntas. Quem fiscaliza? Quem responde em caso de acidente, principalmente envolvendo menores? O lucro é privado, o risco é público.

DEPUTADO ERRA O DESTINO, PEGA O MICROFONE E LEVA VAIA NO ESTADO ERRADO
Certo deputado resolveu acompanhar a queima de fogos… mas errou o endereço outra vez. Em vez de Caieiras, em Guaratuba no Paraná, foi parar no Guaíba, no Rio Grande do Sul. Já começou inovando: nada de carro oficial, foi de busão mesmo, pela empresa Penha.
Chegando lá, microfone na mão (porque não resiste a um), soltou em alto e bom som: “sou o deputado de vocês!”. A resposta veio na hora, em coro e sem dó: vaias e um sonoro “cara, você não é daqui!”.
Resumo da ópera: lugar errado, público errado e discurso fora do mapa. Errou de novo? Kkk

ENQUANTO A ELITE SE BANHA EM CONFORTO, O POVO CONTINUA SEM ÁGUA
Enquanto a turma do filé mignon aproveita piscina, cascata, água sobrando e salários nas alturas, o povo segue contando os dias sem uma gota na torneira. Já são vários dias sem água, sem explicação, sem respeito e sem planejamento.
Do lado de lá, risadas, conforto e abundância. Do lado de cá, baldes vazios, indignação e descaso. A sensação é clara: o povo só existe mesmo na época da eleição. Depois disso, pode faltar tudo, até água.

ÁGUA NÃO TEM, MAS O TALÃO CAI DO CÉU
Em plena temporada de verão, Guaratuba vive um milagre às avessas. Famílias passam quase uma semana com a torneira seca, sem água pra tomar banho, cozinhar ou lavar o básico. Mas calma… o “salvador da pátria” apareceu.
A inovação do momento não é água nas casas, é talão chegando por via aérea. Dizem que agora a cobrança vem de helicóptero, porque na torneira mesmo, nada. Planejamento falta, consideração passa longe, fiscalização ninguém vê. Só a conta não falha.
Enquanto o calor aperta e a paciência evapora, a água segue desaparecida e o descaso segue em alta. Em Guaratuba, no verão, o que cai do céu não é chuva… é boleto.

MICROFONE NA MÃO, CONFUSÃO NA CABEÇA
Tem figura que não perde uma chance de aparecer. Basta ver um microfone pela frente que pronto, lá vai ele. Dessa vez o passeio foi até o Rio Grande do Sul. Microfone em punho, cenário bonito, rio cheio ao fundo… e a pérola foi lançada: “o povo só reclama da falta de água em Guaratuba”.
Resultado? Risada geral dos gaúchos. E a resposta veio na lata: “amigo, você está no estado errado”. Guaratuba é no Paraná, isso aí é o Guaíba e aqui é Rio Grande do Sul. Mas pra quem gosta mesmo é de aparecer, pouco importa o mapa… o importante é o microfone ligado.

OUVIDORIA EM DIA, ÁGUA EM FALTA
A população reclama, grita, aponta o problema e a resposta continua a mesma: silêncio absoluto. Falta água há dias, falta fiscalização há tempos e sobra desculpa. A Ouvidoria até está ali, firme, de bengala na mão… só não escuta. Enquanto isso, torneira seca virou paisagem e o povo segue falando sozinho. Reclamar pode, resolver é que anda difícil.
