Saúde

Portos do Paraná orienta armadores e comandantes sobre desembarque em Paranaguá e Antonina

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A Portos do Paraná enviou oficio às agências marítimas na tarde desta sexta-feira (20), solicitando que orientem armadores e comandantes de navios sobre o desembarque de tripulantes nos portos de Paranaguá e Antonina. A recomendação da empresa pública é para que o desembarque só seja realizado em casos de extrema necessidade e em número reduzido de pessoas.

A empresa pública reforça que os tripulantes passam por rigorosos protocolos de saúde internacionais. A saúde da tripulação e a higiene nas embarcações são monitoradas constantemente. No Brasil, os navios só podem atracar depois de apresentar um extenso histórico de saúde de cada um dos trabalhadores embarcados. Só com estas comprovações, a ANVISA emite o Certificado de Livre Prática, exigido para a atracação e operação de cargas. No caso da tripulação que vai a bordo, cabe destacar que o Paraná foi o primeiro estado do Brasil a exigir histórico médico e atestados de saúde para os tripulantes que chegam por avião e carro, para embarque nos navios.

Em janeiro, antes mesmo da COVID-19 ser considerada pandemia pela OMS, a Portos do Paraná já adotava critérios rigorosos para o acesso aos portos de Paranaguá e Antonina.

BALANÇO: Em março, o Porto de Paranaguá movimentou 3.280.324 toneladas de cargas. No final da tarde desta sexta-feira (20), eram 13 navios atracados, 11 programados e 18 ao largo. Nos próximos dias, são esperados 76 embarcações.

Importante ressaltar que NENHUM caso de contaminação registrado no Paraná teve como origem a atividade portuária.

Redação Litorânea FM

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