Polícia diz que frigorífico ‘maquiou’ carne estragada do RS e reembalou como produto nobre do Uruguai

Biatriz Borges David
Foto: G1 globo

A investigação sobre o caso das toneladas de carnes que ficaram submersas durante a enchente histórica do Rio Grande do Sul aponta que a empresa Tem Di Tudo Salvados vendeu peças estragadas como se fossem nobres e vindas do Uruguai.

A empresa, que é de Três Rios, no RJ, acabou repassando carnes para o mesmo frigorífico que vendeu as 800 toneladas do material podre – que deveria ter sido transformado em ração de animal. Essa carne, segundo a polícia, foi lavada para retirar os resíduos de lama e colocada nas caixas que simulam marca uruguaia.

Uma peça de picanha, do mesmo lote, ainda estava sendo comercializada nesta quarta (22) na empresa investigada. A investigação mostrou que a carne foi maquiada e vendida como própria para consumo. Quatro pessoas foram presas.

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