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Após retornar de tratamento médico, mulher descobre que sua casa, em Guaratuba, foi vendida por pedreiro

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Na tarde da última quarta-feira, 14 de setembro, a Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência de suspeita de estelionato, furto qualificado e de atentado a inviolabilidade de domicílio no Balneário Coroados, em Guaratuba, no Litoral do Estado do Paraná.

De acordo com a denúncia, a solicitante se ausentou da cidade, pelo período de um mês, por conta de um tratamento médico que estava realizando em outra cidade, e, que ao retornar, a mesma, se deparou com uma família morando na sua residência.

A solicitante relatou que teria deixado sua casa sob a responsabilidade de um homem e que o mesmo realizaria algumas reformas no imóvel durante o período em que ela estivesse realizando o tratamento supramencionado; conforme a denúncia, o homem, não identificado, ao invés de realizar as reformas acabou vendendo a casa para uma terceira pessoa.

No local, a Polícia Militar abordou uma mulher, identificada como sendo esposa do possível comprador do imóvel, a mesma chegou a apresentar um contrato de compra e venda, supostamente, registrado em cartório e assinado, tanto pelo homem contratado para realizar a reforma, quanto, pelo marido da mulher encontrada residindo no imóvel da solicitante.

Após a apresentação do suposto contrato supracitado, a solicitante apresentou diversos documentos comprovando que, de fato, era a proprietária do imóvel; a mesma relatou que tentou realizar contato diversas vezes com o homem que havia contratado para prestar o serviço, porém, sem sucesso.

A solicitante também relatou que, além de ter o seu imóvel vendido, sentiu falta de vários objetos pessoais deixados na residência anteriormente; os Militares que atenderam a ocorrência questionaram a residente sobre os objetos citados, a mesma afirmou que desconhece a falta de tais pertences e que o vendedor que havia retirado os objetos antes de realizar a venda.

Diante dos fatos, os Policiais encaminharam as partes para a lavratura de um Boletim de Ocorrência por: Abuso – Atentado a Inviolabilidade do Domicílio – LEI 4.898/65 – Abuso de Autoridade; Estelionato – Crimes Contra o Patrimônio; e, por Furto Qualificado – Crimes Contra o Patrimônio.

Imagem: Reprodução

Após a confecção do Boletim de Ocorrência, os Militares tentaram contato com o vendedor, porém, não obtiveram sucesso, diante dos fatos, restou aos Policais orientarem as partes sobre quais medidas legais cabíveis neste caso.

Redação Litorânea FM

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