Paraná lidera crescimento econômico no país com expansão de 1,5% em agosto

Estado registra o maior avanço entre as 13 regiões pesquisadas pelo Banco Central, impulsionado pela indústria e pela forte produção agrícola

Redação Litorânea
Foto: José Fernando Ogura/Arquivo AEN

A economia do Paraná apresentou crescimento de 1,5% em agosto de 2025, na comparação com o mês anterior, segundo o Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR), do Banco Central. O resultado, divulgado nesta sexta-feira (24) pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), coloca o Estado na liderança entre os 13 pesquisados, superando com folga a média nacional, que avançou apenas 0,4% no período.

Entre os estados analisados, o Paraná apresentou o melhor desempenho, à frente de regiões como Rio Grande do Sul (0,64%), São Paulo (-0,03%), Bahia (-0,04%), Rio de Janeiro (-0,27%) e Minas Gerais (-1,36%).

O principal motor desse avanço foi a indústria, que cresceu 4,2% em agosto, de acordo com o IBGE. Além disso, o setor agrícola também teve destaque, com a produção de grãos 23% superior à da safra de 2024.

O governador Ratinho Junior comemorou o resultado e destacou o momento positivo da economia estadual. “Com a menor taxa de desemprego da nossa história e a atração de novos investimentos, o Paraná continua em franca evolução, com uma economia cada vez mais dinâmica”, afirmou.

Para Jorge Callado, diretor-presidente do Ipardes, o desempenho reflete o ambiente favorável aos negócios no Estado. “O investimento em infraestrutura, o equilíbrio fiscal, o alto nível de capital humano e a competência da classe empresarial explicam os resultados expressivos”, avaliou.

Já o secretário do Planejamento, Ulisses Maia, ressaltou os efeitos sociais do crescimento. “No Paraná, o desenvolvimento econômico se traduz em geração de emprego e renda para a população, garantindo qualidade de vida aos paranaenses”, afirmou.

Com esse desempenho, o Paraná reafirma sua posição como um dos motores da economia brasileira, combinando solidez fiscal, investimento produtivo e crescimento sustentável.

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