A insatisfação da população brasileira atinge um novo patamar diante do iminente aumento dos combustíveis, programado para o dia 1º de fevereiro. Neste cenário, o cidadão, já sobrecarregado pela pesada máquina pública, se vê novamente como o elo mais frágil diante das decisões que afetam diretamente o seu bolso.
A medida que aumentará o valor do ICMS sobre a gasolina e o diesel é mais um golpe na economia doméstica, trazendo uma perspectiva sombria para os próximos meses em todos os estados.
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No Paraná segundo informações do sindicato dos postos de combustíveis do Paraná (Paranapetro), o impacto estimado é de aproximadamente R$ 0,15 na gasolina e R$ 0,12 no diesel. Um peso adicional para o orçamento já apertado dos brasileiros.
Contudo, não é somente o ICMS que contribuirá para o encarecimento dos combustíveis. A elevação recente no preço do etanol na cadeia produtora também é uma variável preocupante. Nos últimos 30 dias, o etanol anidro registrou uma alta acumulada de 9,35% nas usinas, de acordo com o índice CEPEA/ESALQ, divulgado pela Paranapetro.
A previsão é de que, a partir do dia 1º de fevereiro, os combustíveis sofrerão um aumento que repercutirá diretamente no bolso do cidadão comum.
A carga tributária, já considerada excessiva, parece ganhar contornos insustentáveis, demandando uma reflexão urgente sobre a gestão econômica do país.


