Após dormir em semáforo, mulher é presa por embriaguez ao volante em Paranaguá

Condutora admitiu ter consumido bebidas alcoólicas em uma festa e se recusou a realizar o teste do bafômetro; veículo foi entregue ao irmão

Carlos Moraes
Imagem ilustrativa via Freepik

Uma mulher foi presa por embriaguez ao volante na madrugada desta segunda-feira (22), em Paranaguá, após ser encontrada dormindo dentro de um carro parado em um semáforo na Avenida Bento Munhoz da Rocha Neto. A ocorrência foi registrada por volta das 2h20 e teve início após um alerta feito por motoboys que passavam pela região.

De acordo com a Guarda Civil Municipal, os motociclistas informaram que um VW Gol estava parado no cruzamento da avenida com a Rua Capibaribe e que a motorista aparentava estar desacordada ao volante. Ao chegarem ao local, os agentes confirmaram a situação.

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No entanto, ao perceber a aproximação da equipe, a condutora se assustou e arrancou com o veículo, seguindo em alta velocidade e trafegando em zigue-zague pela via. Diante da situação, os guardas iniciaram um acompanhamento e conseguiram abordar o automóvel nas proximidades do Big Bowl Boliche.

Durante a abordagem, a mulher, identificada pelas iniciais T.V.A., relatou que havia saído de uma casa de festas da região e que consumiu bebidas alcoólicas. Ela também admitiu que acabou dormindo enquanto aguardava a abertura do sinal.

Segundo os agentes, a motorista apresentava sinais visíveis de alteração da capacidade psicomotora, incluindo forte sonolência, fala alterada e instabilidade emocional. Em consulta ao sistema, foi constatado que o veículo não possuía irregularidades administrativas e, por isso, foi liberado e entregue ao irmão da condutora.

A mulher foi encaminhada à sede da 1ª Companhia da Polícia Militar para a realização do teste do bafômetro. Como ela se recusou a realizar o procedimento, a Guarda Municipal elaborou o Termo de Constatação de Sinais de Alteração da Capacidade Psicomotora.

Diante das evidências, a motorista recebeu voz de prisão e foi encaminhada à Delegacia Cidadã para os procedimentos da Polícia Judiciária. Posteriormente, foi beneficiada com liberdade provisória mediante pagamento de fiança.

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