Operação policial prende oito pessoas e apreende mais de 20 quilos de crack no Paraná e em São Paulo

Ação da Polícia Civil cumpre 18 mandados contra organização criminosa ligada ao tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Rolândia, Ibiporã e Ourinhos

Carlos Moraes
Foto: PCPR

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) cumpriu, na manhã desta sexta-feira (13), 18 mandados judiciais durante uma operação contra uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. A ação ocorreu nas cidades de Rolândia e Ibiporã, no Paraná, e em Ourinhos, no estado de São Paulo.

Foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão preventiva. Além disso, outras quatro pessoas foram presas em flagrante, totalizando oito detidos até o momento. Três suspeitos seguem foragidos.

De acordo com o delegado Ivan Pinheiro, as investigações indicam que o grupo criminoso atua há vários anos na região. Segundo ele, o objetivo da operação é desarticular a estrutura da organização e atingir suas lideranças.

“A princípio, trata-se de uma organização criminosa que opera em Rolândia há muitos anos. Buscamos desarticular essas estruturas e retirar o patrimônio delas, para não atuar apenas na ponta, mas atingir principalmente as lideranças”, explicou.

Durante as diligências, os policiais apreenderam duas armas de fogo, uma pistola calibre .380 e uma arma calibre .40, além de três carregadores, 90 munições e R$ 12.301 em dinheiro. Também foram localizados aproximadamente 20,4 quilos de crack e 202 gramas de maconha.

Os agentes apreenderam ainda 11 celulares, dois tablets, um notebook, dois veículos, um pendrive, um rastreador eletrônico e diversas embalagens utilizadas para fracionamento e comercialização de drogas.

Segundo o delegado Mateus Macedo, a operação foi desencadeada após informações que indicavam intensa movimentação relacionada ao transporte e à venda de entorpecentes na região.

A ação contou com apoio da Polícia Militar do Paraná (PMPR), do Ministério Público do Paraná (MPPR), da Polícia Civil do Estado de São Paulo (PCSP), além do Grupamento de Operações Aéreas e do Núcleo de Operações com Cães da PCPR. As investigações continuam para identificar e localizar outros envolvidos.

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