
CARNAVAL EM GUARATUBA: A CONTA QUE SÓ O AMBULANTE PAGA
Enquanto a festa brilha na avenida, quem tenta trabalhar para garantir o sustento fica no escuro. Em Guaratuba, muitos vendedores ambulantes já pagaram a taxa da temporada inteira, mas quando chega o Carnaval surge uma nova cobrança, com valor considerado absurdo, válida por apenas quatro dias de trabalho.
E não para por aí. De cerca de 400 ambulantes prontos para trabalhar, somente 100 conseguem autorização para ficar na avenida. Os outros? Ficam de fora, mesmo tendo pago para exercer a atividade.
A dúvida que ecoa no meio da folia é simples: pode isso? Porque, pelo visto, no Carnaval a alegria é liberada… menos para quem depende dela para viver.
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MAIS UM SECRETÁRIO ABANDONA A PREFEITURA E A DANÇA DAS CADEIRAS CONTINUA
A sequência de saídas de secretários municipais segue firme, quase um rodízio oficial de cargos. Nos corredores, o clima já lembra quadro clássico de auditório: entra nome, sai nome, e ninguém sabe quem será o próximo a levantar.
Enquanto isso, a famosa dança das cadeiras parece ter virado rotina administrativa, bem no estilo “pegue o seu banquinho e saia de mansinho”. E o público, do lado de fora, continua assistindo tudo sem música… mas com muita movimentação.
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CARNAVAL OU FEIRA LIVRE?
Entre um trio tentando tocar e dez foodtrucks tentando vender, o Carnaval de Guaratuba este ano ficou mais parecido com a 25 de Março em pleno feriado. Passar pela avenida virou prova de resistência, encontrar o show virou caça ao tesouro e a organização… bem, essa parece que ficou presa no trânsito junto com o resto do público. No fim, teve gente que foi atrás da folia e acabou voltando só com um pastel e a certeza de que a bagunça estava em promoção.
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DIZEM QUE UM PARENTE DE EX-VEREADOR VIROU ATRAÇÃO NA AVENIDA
Veio de São Francisco do Sul especialmente para “brilhar” no desfile e acabou sendo uma atração à parte no que muitos já chamam de verdadeiro show de horrores. Dançando em cima de um mini carro de som, chamou mais atenção que muito trio por aí.
A dúvida que ficou no ar: teve cachê ou foi tudo na parceria mesmo?
Mas, convenhamos… no Carnaval vale quase tudo. Só não vale desconstruir o que já funcionava e transformar a festa em um laboratório de testes para um fiasco ainda maior.
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DIZEM QUE A “LIGA DA JUSTIÇA” SE REUNIU NA AVENIDA
Tinha de tudo no desfile: super-herói, Pinoquio, mulher maravilha, super gaudério e outras figuras dignas de um multiverso carnavalesco. Cada um parecia estar em um lugar diferente… uns juravam que estavam na 25 de Março, no meio de uma grande feira, enquanto outro já se sentia nos pampas, pronto para um chimarrão entre um passo e outro.
Só no final da noite veio a grande revelação: não era São Paulo, muito menos o sul profundo… era apenas o Paraná mesmo.
Mas no Carnaval é assim — a fantasia é tanta que, às vezes, até a realidade entra no bloco e se perde no caminho.
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ESQUENTA DE CARNAVAL TEVE ATÉ BANDA E ANFITRIÃO DE MICROFONE NA MÃO
Dizem que teve até “esquenta” pro Carnaval… e olha, comentam que até a banda apareceu por lá. Agora adivinha quem fez papel de anfitrião? Ele mesmo, aquele que não pode ver um microfone na frente. Tomou conta da recepção, fez pose, distribuiu sorriso e agiu como dono da festa. Tudo isso porque o verdadeiro dono da casa, pelo visto, não leva muito jeito pra atrair público… já tentou de tudo: festa com uísque, carne assada e convite espalhado. Resultado? Silêncio maior que segunda-feira depois do feriado.
