Durante janeiro, a capital paranaense realizou 19 internações emergenciais de pessoas em situação de rua após a adoção de um protocolo da prefeitura voltado a indivíduos com transtornos mentais, associados ou não ao consumo de álcool e drogas.
Segundo a administração, os procedimentos ocorreram apenas quando havia risco imediato à própria vida. Os dados foram divulgados na sexta-feira (30) pela administração municipal.
A primeira internação aconteceu em 9 de janeiro, quando uma equipe do Consultório na Rua atendeu uma mulher em situação de vulnerabilidade, identificando a necessidade de estabilização e tratamento para desintoxicação.
O prefeito Eduardo Pimentel destacou que a decisão final sobre internações compulsórias será sempre tomada por médicos psiquiatras da Secretaria de Saúde. Ele reforçou que a medida é excepcional, destinada a casos graves, em que o indivíduo coloca a própria vida ou a de terceiros em perigo.
O protocolo entrou em vigor em dezembro, após publicação de portaria municipal, reforçando o cuidado emergencial com pessoas em situação de risco.
